Vamos nos conectar!

MarkMaloneyConnects

Equipe de Comunicação Global do Rotary International

Como este será um ano de muitas conexões no Rotary, vale ressaltar que a organização oferece vários meios para formar e solidificar contatos comunitários, profissionais e pessoais.

A associação a um Rotary ou Rotaract Club facilita a execução de projetos e a participação em programas, nos conectando a pessoas que compartilham valores semelhantes aos nossos, que entram em ação por um mundo melhor. Sem contar que as conexões proporcionadas pelo Rotary nos aproximam daqueles que colhem os benefícios dos serviços que prestamos.

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Correndo com Pessoas em Ação

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Por Lutz Bachmann, presidente do Grupo de Companheirismo de Rotarianos Maratonistas e associado do Rotary E-Club de London Centenary

Em 17 de Novembro de 2018, o meu despertador tocou às 5h30, lembrando-me que era o dia da corrida! Eu me levantei rapidamente, tomei meu café da manhã pré-embalado, vesti minha roupa de corrida e fui encontrar meus amigos do Grupo de Companheirismo de Rotarianos Maratonistas, que tinham vindo de vários cantos do mundo para participar da maratona, da meia maratona e da corrida de 10k em Queenstown, Nova Zelândia.

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Dilema ético: O que você faria?

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Foto: @talhaghick

Equipe de Comunicação Global do Rotary International

Por meio dos Serviços Profissionais, o rotariano personifica e exemplifica altos padrões éticos na sua vida pessoal, comunitária e profissional. Quando você se deparar com um dilema ético, leia a Prova Quádrupla para chegar à melhor solução.

Você será o próximo presidente da Comissão de Serviços à Comunidade do seu clube e servirá nesta função pela primeira vez. Um Rotaract Club, que não é patrocinado pelo seu clube, o convida para se juntar a ele na limpeza do rio que passa pela sua cidade. Você fica animado com a oportunidade de trabalhar com estes jovens e apresenta a proposta do Rotaract ao seu clube. Os associados, que servem de mentores na escola local, dizem não ter tempo para se comprometer com um novo projeto por acreditarem que já estão engajados com os jovens por meio do seu programa para o desenvolvimento dos alunos. Por isso, eles não veem nenhuma vantagem em trabalhar com este Rotaract Club na limpeza do rio. Você acha que a colaboração com estes rotaractianos poderia ser o começo de uma longa e frutífera parceria, e defende que o clube deveria aceitar o convite.

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“Todo uísque tem uma história para contar”

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Rüdiger Niemz. 4 de junho de 2019, Hamburgo, Alemanha.

Rüdiger Niemz, do Rotary Club de Mondseeland, na Áustria, conforme relato concedido a Diana Schoberg. Fotos: Monika Lozinska

“Quando fui convidado para entrar no Rotary, em vez de fazer uma apresentação falando da minha profissão, como todos costumam fazer, preferi realizar uma sessão de degustação de uísque.”

Meu interesse por uísque surgiu durante uma viagem que fiz para cobrir experiências de algumas pessoas em outros países. Voltávamos muito tarde das filmagens e a edição do material se estendia por horas, muitas vezes em bares. Assim, era comum começarmos a conversar enquanto tomávamos uísque. Você não bebe uísque para ficar bêbado, mas, sim, por que é um estilo de vida.

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“Uma vez educadora, sempre educadora”

Dr. Ella Lacy. 1 June 2019, Hamburg, Germany.

Ella Phillips Lacey. 1° de junho de 2019, Hamburgo, Alemanha.

Ella Phillips Lacey, associada do Rotary Club de Carbondale, Illinois, EUA, conforme relato concedido a Jenny Llakmani. Fotos: Monika Lozinska

“Fui professora na Faculdade de Medicina da Universidade de Southern Illinois durante 22 anos. Meu doutorado é em educação em saúde. No final de 1994, me aposentei e entrei para o Peace Corps. Foi uma grande transição para mim. Acho que é uma grande oportunidade para pessoas que estão aposentadas. Quando se trabalha em culturas tão diferentes da sua, como a de Malauí era da minha, é ótimo já ter vivido um pouco e ter algumas experiências de vida. Às vezes, quando deixamos a área acadêmica pela primeira vez, achamos que já sabemos tudo o que precisamos saber.

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“A medicina é um campo vasto e difícil de explorar.”

 

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Alexandria Ritchie

Alexandria Ritchie, associada do Rotaract Club de Virginia Commonwealth University e do Rotary Club de James River (Richmond), nos EUA, segundo entrevista concedida a Diana Schoberg.

“Quanto tinha 14 anos de idade, decidi que queria ser médica. Foi nesta época que meus pais me contaram sobre o Oliver.

Oliver foi o meu irmão mais velho. Ele nasceu com trissomia 13, conhecida como síndrome de Patau, uma disfunção no cromossomo 13. Ele sobreviveu por somente um dia e, obviamente, eu nunca o conheci. Lembro de quando meus pais falavam dele no passado. De repente eu tive um impulso, de um dia contribuir para que outras famílias não sentissem esta grande perda que a minha sentiu, e ainda sente.

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